quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Política Religiosa – Política e Religião.



Atualmente a sociedade é dividida em duas partes: sociedade tradicional e sociedade moderna. Podemos entender por sociedade tradicional a forma de vida que valorizava aquilo que era divino e que davam sentido a todas as ações. Com o tempo o homem foi perdendo esse conceito de sociedade tradicional e adquirindo a razão como algo maior, dando inicio à sociedade moderna.
A sociedade moderna não pertence a nenhuma religião. Os valores culturais, éticos e morais ganharam prioridade em relação ao divino da sociedade tradicional e passaram á depender de acordos entre os homens. Hoje a religião faz parte de um ponto social relacionado ao sagrado, diante de um conjunto de símbolos e rituais.

“Alguns Prefeitos, às vezes, até se omitem de ajudar as paróquias por não cumprir os seus caprichos de “Coronel” e de “Rei”, principalmente nos municípios pequenos e atrasados, onde os gestores municipais, às vezes, parecem mais com Monarcas ou Imperadores”.

“A sociedade tem que ser imparcial na defesa da Igreja, pois, sem ela o mundo estaria numa situação muito pior do que a atual. A Igreja sempre atua em beneficio da sociedade, ajudando aos mais necessitados, orientando as famílias para o bem, fazendo doações e ‘catequizando’ as crianças para torná-las seres humanos fraternais e formando suas cidadanias”.

O sentido de uma “Política Religiosa” seria a contribuição traduzida em argumentos das grandes religiões, tratando de assuntos que envolvam problemas morais, econômicos, políticos e sociais. Por exemplo, soluções para eliminar a fome e a desigualdades sociais. A política religiosa precisa estar em contato com outros credos e religiões, ela tem de se adaptar às autoridades da ciência (que detêm o monopólio social do saber sobre o mundo) e por fim se preparar para estar em contato com os representantes de estado, que não pertence a nenhuma religião.